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Sexta-feira, 13 de Abril de 2012

"Alguns anos mais tarde..."

E já se passaram mais de dois anos desde o último post. E tanta coisa aconteceu neste tempo! Uma delas foi desligar-me completamente deste meu "blog" que durante muito tempo foi o meu escape, mas que a certa altura deixou de fazer sentido para mim.

Durante este tempo, lembrei-me dele muitas vezes, por breves momentos. Dos textos que escrevi, das situações que relatei, dos comentários que recebi e até das pessoas que fui conhecendo através do "Diário da Margarida". Ele é testemunho de muita coisa que passei e vivi.
Hoje, num intervalo a meio do expediente decidi, por mera curiosidade, entrar e reler alguns pedaços dos meus textos. Foi interessante recordar alguns momentos bons, menos bons, engraçados e alguns muito divertidos.

Mas o que mais me impressionou, confesso, foi o número de pessoas que ainda o acompanham, que ainda o comentam... É, portanto, uma história ainda presente. Não para mim, mas para aqueles que ainda são os meus leitores!
Hoje, pensando bem, não sei se o faria. Não sei se escreveria estes textos, se seria capaz de dar a conhecer a minha vida e a minha história de forma tão verdadeira. Mas ainda assim, não sinto qualquer arrependimento. Este blog é fruto da minha angústia, da minha necessidade de desabafar sem ser veemente repreendida ou até mesmo fruto da minha imaturidade...

De toda a forma, sei que fui (e sou, pela minha história) um alento para muitas meninas e mulheres que viveram (ou vivem) situações parecidas com aquela que vivi e vêem, em mim, nos meus textos, alguém que as entende sem repreensões.


Este texto que escrevo agora é então para vocês. Para todos aqueles que ainda visitam e comentam este blog "moribundo". Agradeço a todos, um por um.
Às meninas e mulheres que vivem ainda histórias e sentimentos complexos, uma palavra: sigam o vosso coração, sejam teimosas se for isso que ele vos diz ou desistam, se ele vos mandar. Ouçam todos os conselhos, mas permitam-se a que a decisão seja vossa, sempre. O que tiver que acontecer nas vossas vidas, irremediavelmente, acontecerá.

 

Agora imagino, muitos de vocês, curiosos, questionando se dois anos depois do último post e seis anos depois do começo da relação ela ainda perdura. A resposta é: sim! Eu e o meu B* (como é estranho chamá-lo assim de novo) continuamos juntos e somos felizes. Se assim tiver que ser, que este "final" sirva de inspiração para quem sofre com um grande e complicado amor!

Amigos, dediquem-se, por favor, a ser muito felizes!



Quarta-feira, 30 de Dezembro de 2009

2009 - saldo: positivo.

Olá a todos!

Bom, decidi passar por cá num dos últimos dias do ano para fazer um breve balanço de 2009 que queima agora os últimos cartuchos.

Ora, e como é evidente não precisei de pensar durante muito tempo para perceber que este foi e será um dos anos mais marcantes da minha (ainda relativamente curta) existência.

É evidente que tive os meus momentos menos bons, outros até maus. Tive momentos em que chorei de tristeza e outros em que chorei de raiva. Momentos de angústia e outros até de um leve desesperado.

Mas, pensando bem, como seria possível viver 365 dias de tudo bom ou 365 dia tudo mau? Impossível.

Assim, e apesar desses momentos menos cor-de-rosa, este ano foi recheado de muitas coisas boas e, sobretudo, de muitas novidades que vieram transformar (totalmente) a minha vida e o meu quotidiano.

Fica um breve resumo deste 2009, quem sabe para mais tarde recordar:

 

Janeiro de 2009: a situação entre o meu B* e a Chata-da-Mulher-Dele (agora Chata-da-Ex-Mulher-Dele) estava finalmente esclarecida. Rebentei a "bomba" aqui no blog com o post "Ano novo, vida nova" e recebi os primeiros comentários ao assunto.

Começávamos então a falar numa casa, mas de forma ainda superficial.

 

Fevereiro de 2009: o primeiro Dia dos Namorados na qualidade de tal, e não como "amantes" como os dois anos anteriores. Esta data acabou por servir de desculpa para ele me presentear com a aliança que obviamente, uso actualmente.

 

Março de 2009: conversa com a minha mãe sobre o assunto. Este era o momento mais crítico e que eu mais temia, como podem calcular.

Foi uma conversa tensa mas que acabou por correr bem e ter excelentes resultados.

A partir desta altura, passei a dormir melhor, o que já não acontecia há vários meses, devido à angústia que toda a situação me causava.

 

Abril de 2009: início de uma procura mais acirrada de um cantinho para os dois. Primeiras dificuldades em encontrar um lugar confortável e que agradasse a ambos.

Confesso que cada tentativa falhada tornava-se já num martírio para mim.

 

Junho de 2009: escolhemos, finalmente, aquele que viria a ser o nosso cantinho. Depois de algumas dúvidas, percebemos que ele tinha tudo aquilo de que nós precisávamos e que nos sentiríamos bem naquele lugar.

 

Julho de 2009: mudanças para a casa nova!!!

Período de adaptação e de grande euforia, como imaginam. Primeiras noites passadas juntos, e partilha de uma intimidade ainda mais profunda e desconhecida até então.

 

Dezembro de 2009: Primeiros encontros da minha mãe com o meu B* que acabaram por representar a sua aceitação pacífica perante tal situação um bocadinho mais delicada que o normal.

Obviamente que para mim, este momento foi muito importante e especial pois era impossível ignorar todos os momentos de angústia que aquela questão me causara. Naquela altura, recordei as noites e noites em branco, quando eu tentava encontrar uma solução para "o meu problema".

Afinal, tudo acabou por se resolver de forma tranquila e pacífica.

 

E assim foi o meu ano que agora termina.

Como é evidente eu poderia ter "recheado" esta descrição com mais detalhes e pormenores, no entanto, em linhas gerais, foi assim que vivi estes últimos trezentos e muitos dias da minha vida.

Como vêem este foi, para mim, um ano de muitas mudanças e alterações. Tantas que se eu tivesse que lhe dar um nome, chamar-lhe-ia de o "Ano das Concretizações".

O facto é que neste momento sinto que 2009 foi o fechar de um ciclo que a minha vida vinha traçando, e este foi "o primeiro ano do resto da minha vida", uma vez que venha o que vier, aconteça o que acontecer, nada poderá voltar a ser como antes.

Assim, tudo o que desejo para 2010 é estabilidade para viver serenamente tudo o que conquistei.

E claro, este desejo estende-se a vocês, amigos e leitores, a quem desejo muita saúde, felicidade e concretizações.

 

 

 

Feliz 2010!

 



Quarta-feira, 23 de Dezembro de 2009

existe ou não existe?

Enquanto criava os marcadores de mesa para o meu Natal em família, eis que encontro este texto (em atuleirus.weblog.com.pt/arquivo/painatal.jpg) que achei muito interessante e decidi partilhar convosco.

Divirtam-se e espero que gostem!

 

ESTUDO CIENTÍFICO SOBRE O PAI NATAL:

 

1) Nenhuma espécie conhecida de renas pode voar. MAS, existem 300.000 espécies
de organismos vivos ainda não classificados. Apesar da maioria deles serem
classificados como insectos e germes, isto não descarta COMPLETAMENTE a
hipótese de existir a rena voadora, que só o Pai Natal já viu.

 

2) Existem 2 mil milhões de crianças (pessoas abaixo de 18 anos) no mundo.
MAS, desde que o Pai Natal não lide (aparentemente) com as crianças
muçulmanas, Hindus, Judias e Budistas, isto reduz a carga de trabalho para 15
% do total; 370 milhões, de acordo com o Bureau de Referência Populacional
(PRB). Uma média de 3,5 crianças por casa, isto é: 91 milhões de lares.
Vamos presumir que há pelo menos uma criança boa em cada um.

 

3) O Pai Natal tem 31 horas de Natal para trabalhar, graças aos diferentes
fusos e à rotação da Terra, presumindo que ele viaje de leste para oeste (o
que parece lógico). Isto resulta em 822,6 visitas por segundo. Isto, quer
dizer que, para cada lar cristão com uma criança boa, o Pai Natal tem 1/1000
de segundo para estacionar, sair do trenó, descer a chaminé, encher as meias,
distribuir os presentes restantes sobre a árvore, comer qualquer petisco que
foi deixado, subir novamente a chaminé, entrar de novo no trenó e ir para a
próxima casa. Presumindo, que cada uma destas 91,8 milhões de paragens está
distribuída uniformemente à volta da terra (o que, é claro, nós sabemos ser
falso, mas considerando para propósitos de cálculo), nós estamos a falar de
aproximadamente 1,25 km por lar, num total de 120,8 milhões de km, não
contando as paragens que a maioria de nós deve fazer pelo menos uma vez em
cada 31 horas, mais alimentação e etc;

 

4) Isto significa que o trenó do Pai Natal está a mover-se a 1.040 km por
segundo, 3000 vezes a velocidade do som. Para propósito de comparação, o
veículo mais rápido construído pelo homem na terra, a sonda espacial
Ulysses, move-se a meros 43,8 km por segundo, uma rena convencional pode
correr, no máximo 24km por hora.

 

5) A carga sobre o trenó é outro elemento interessante. Presumindo que cada
criança não ganhe nada mais que um pacote médio de lego (1 kg), o trenó
está a carregar 321.000 toneladas, sem contar com o Pai Natal, que é
invariavelmente descrito como obeso. Na terra, renas convencionais podem puxar
nada mais que 150 kg. Mesmo assumindo, que "renas voadoras" (ver ponto 1)
possam puxar 10 VEZES a carga normal, nós não podemos fazer o trabalho com
oito nem nove. Nós precisaríamos de 214.200 renas. Isto aumenta a carga, sem
contar com o peso do trenó, para 353.430 toneladas. De novo, por comparação,
isto é quatro vezes o peso do Queen Elizabeth.

 

6) 353.000 Toneladas a viajar a 1040 km por segundo gera uma enorme resistência
do ar, isto iria aquecer as renas ao mesmo nível de uma nave espacial
reentrando na atmosfera da Terra. O par guia destas renas iria absorver 14.3
QUINTILHÕES de joules de energia por segundo cada uma. Em poucos momentos as
renas tornar-se-iam chamas quase imediatamente, expondo as renas atrás delas e
criando explosões sonoras ensurdecedoras. O grupo inteiro das renas seria
vaporizado em 4,26 milésimos de segundo. O Pai Natal, enquanto isso, seria
exposto a forças centrífugas 17500,06 vezes maior que a gravidade. Um Pai
Natal de 125 quilos seria lançado para o fundo do trenó por 2.155.007 quilos
de força.

 

Conclusão: Se alguma vez o Pai Natal entregou presentes na véspera de Natal,
ele já está morto e nem o INEM o poderia ter salvo.

 

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Quarta-feira, 21 de Outubro de 2009

Aqui estou eu na minha nova vida!

Pois desculpem. Desculpem aqueles e aquelas que ainda visitam este cantinho "abandonado" no meio da imensa blogosfera.

Bem sei que procuram novidades, ou quanto mais não seja saber se resisti a tanta mudança repentina e inesperada na minha vida.

Pois bem, resisti e estou de boa saúde!

Sabem que parece muito tempo, mas passaram "apenas" quatro meses da mudança para a casa nova e se calhar ainda me estou a adaptar e a "saborear" tudo o que acontece na minha vida.

Claro que o balanço é positivíssimo e o melhor é que sinto que a minha vida nem mudou assim tanto.

Isto, porque há sempre o receio que tudo, absolutamente tudo, se altere e nos transforme. Mas não.

Apenas o que mudou é que agora tenho novas responsabilidades mas muito boas contrapartidas.

 

Ainda ontem, em conversa com o meu B* falávamos sobre o tempo que passou, o tempo em que éramos "amantes", palavra que ambos nos recusamos a dizer e que se tornou quase num "tabu" entre nós.

Enquanto conversávamos eu fui recordando muitos episódios passados, uns melhores que outros, que, ao revivê-los mentalmente, me faziam sentir picos quase seguidos de alegria e de angustia.

E percebi claramente que era assim a nossa história naquela época: cheia de picos e de sentimentos contraditórios levados ao extremo.

E o melhor de tudo é sentir que agora isso não acontece. Nada é levado ao extremo como antes e tudo é vivido com uma nova serenidade que nos faz sentir bem.

"Mas eu gosto assim" - dizia-me ele, calmamente.

"Eu também." - respondi eu.

 

E assim é a nova vida: calma, tranquila e sem sobressaltos nem angustia.

No entanto, ainda conseguimos viver intensamente algumas sensações. Sobretudo as melhores.
Até porque há coisas do meu tempo de amante que faço questão de preservar...

hoje sinto-me:


Quarta-feira, 22 de Julho de 2009

conhecimento profundo.

Ontem, no supermercado, dizia eu à minha amiga que me acompanhava:

- sumo de maçã? Mas será que é deste que ele gosta?

Riu-se.

- pára de te rir! - pedi - eu ainda estou em fase de conhecimento, está bem?
- fase de conhecimento após três anos juntos?!

- claro! ...de conhecimento dos seus gostos, como o sumo que ele prefere, o shampoo que ele usa, se prefere Colgate ou Aquafresh, Danone ou Yoplait... enfim...

Enquanto lhe dizia estas palavras, fomos caminhando para a secção das carnes:

- bem, mas a carne eu sei! - disse convicta - Tenho que levar de porco porque ele não gosta de carne de vaca.

 

 

 

 

 Algumas horas mais tarde, já em casa, ao abrir o congelador:

- carne de porco, amor?! Mas eu não como carne de porco! Só como carne de vaca!

 

 

 

 

E pronto. Definitivamente não está fácil esta fase de conhecimento!

 

 



Quinta-feira, 9 de Julho de 2009

...

Será que algum de vocês consegue imaginar como é delicioso para mim, estar no trabalho e receber esta mensagem:

 

"A que horas sais? Vou começar a fazer o jantar."

 

E depois saio do trabalho. Corro para casa. A nossa casa!

Assim que ponho a chave na fechadura consigo ouvir o tilintar dos pratos.

Assim que coloco um pé dentro de casa já sinto o cheirinho de comida acabada de fazer.

E depois o melhor! Encontrá-lo ali, num espaço que pertence apenas aos dois. Sem tempo nem hora para ser feliz.

 

E para mim a felicidade é isto.

 



Domingo, 28 de Junho de 2009

...

Antes que os boatos se espalhem, deixem-me dizer-vos já que não, não estou (ainda) à espera de um B*zinho...

Não se assustem nem animem muito com o "ainda" porque foi só uma força de expressão, para completar melhor a frase.

Claro que nunca se sabe o que acontecerá num futuro mais ou menos próximo, mas para já bebés não estão nos nossos planos, mesmo apesar de saber que esse seria o desfecho perfeito para uma história como esta, e ainda mais para escrever um bonito post sobre o tema.  

No entanto, e antes que desanimem, deixem-me lá contar-vos a boa nova, que agora sim está concretizada!

Digo isto porque não estava fácil. Nada, nada fácil. Mas como vocês já sabem, os obstáculos habitualmente não me fazem desanimar e muito menos desistir, e por isso mesmo, não descansei enquanto não resolvemos tudo...

E hoje, finalmente, já temos o nosso ninho!

Como calculam ando cansada com tantas mudanças, limpezas e arrumações, mas o que é isso perto da realização de um sonho?!

Pouco. Muito pouco.

E eu, apesar de nunca o imaginar, estou a sair-me mesmo muito bem no meio de toalhas, lençóis, pratos e panelas.

E mesmo que não estivesse também não fazia mal.

Afinal de contas, estou feliz e isso é o que realmente importa!

 

 

hoje sinto-me: palavras para quê?!


Domingo, 14 de Junho de 2009

Mais um pequeno grande passo...

Espero em breve dar-vos uma (muito) boa notícia.

Aqueles que torceram por mim ficarão, com certeza, felizes. Os outros, nem tanto.

Por agora, não digo mais nada, porque como sabem, a minha única superstição é esta mesmo: não falar muito antes das realizações.

De qualquer modo, dentro de poucos dias saberão tudo-tudo-tudo. Prometo.

hoje sinto-me: expectante e feliz


Segunda-feira, 30 de Março de 2009

Como é bom!

É tão bom...

Ligar-te a qualquer hora, seja para te dizer algo diferente ou simplesmente "gosto de ti!".

Chamar-te de "meu amor" sem temer olhares de reprovação.

Passear de aliança no dedo.

Chamar as minhas coisas de "nossas". E as tuas também.

Jantar fora contigo. Seja num restaurante distante e chique ou no Mac Donald´s mais próximo.

Falar no "meu namorado" sem medo que descubram o que agora não é segredo.

Ver no visor do meu telemóvel "Be" em vez do impessoal "anónimo".

Tomar o pequeno-almoço contigo aqui perto de casa.

Fazer-te perguntas sem temer as respostas.

Passear contigo de mão dada. De noite. E também de dia.

Marcar um almoço dez minutos antes da hora.

Que te perguntem pela Margarida e tu respondas com naturalidade.

Receber convites com o nome dos dois.

Que não tenhas hora marcada para me deixar.

Pensar em "nós" e não em "tu e eu".

Que os planos já não sejam para amanhã mas para hoje. E a dois.

Ter uma conta em nosso nome. E saber onde gastaremos esse dinheiro.

Sentir que finalmente somos um casal normal. E feliz.

Receber um beijo, ou dois, ou mais diante de muitos olhares mais ou menos atentos.

 

Olhar para ti e sentir que és apenas meu.

 

 

 

hoje sinto-me: bem!!!


Domingo, 15 de Março de 2009

I-N-V-E-J-A--M-E!

"Não grites alto a tua felicidade, pois a inveja tem o sono leve".

 

Que frase tão apropriada para a minha pessoa e para os dias que vivo!

Como sempre que isto acontece, estou tão feliz que só me apetece espalhar ao mundo a minha alegria...

Só porque sou assim, tão expansiva e ingénua. E acredito sempre que quem me ouve fica verdadeiramente feliz por mim.

Que engano!

Pura tolice!

Com o tempo tenho vindo a controlar os meus ímpetos e hoje em dia já consigo ser um pouco mais reservada na minha euforia. Mesmo assim é uma batalha interna gigantesca e os resultados ainda não são os esperados.

Um dia chego lá.

 

 

 

 

Entretanto, olhem, desculpem a rapidez do texto...mas vou ali num instante ocupar-me a ser feliz!

 

hoje sinto-me: não digo, não posso!